segunda-feira, 11 de outubro de 2010

COMPLEXIDADES...


Poucos serão aqueles que não concordarão com a afirmação de que a Amizade é um bem precioso.
A ser assim, interrogo-me eu, como é possível que verdadeiros Amigos possam pôr termo a uma amizade, por via de uma discussão sobre temas como a política, ou o futebol?
Se a Amizade implica, sobretudo, respeito pelo outro, o que será que existe de tão forte, nas opções políticas, ou paixões futebolísticas, a ponto de levar verdadeiros amigos a quebrarem esse respeito?
Entristece-me saber que terminou uma amizade entre pessoas por quem tenho afeição, sobretudo quando os motivos que lhe estão subjacentes não são, a meu ver, suficientemente fortes para que tal pudesse suceder.
E no respeito por esses amigos, e por esse sentimento tão sublime, conforto-me com o princípio de que o Homem é, na verdade, um ser extremamente complexo...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

REPÚBLICA, OU MONARQUIA?


Comemoramos, hoje, o Centenário da República Portuguesa.
A avaliar pelo que se vê, lê, e ouve, existem vários portugueses simpatizantes do regime monárquico, coisa que eu entendo e respeito, apesar de ser republicano.
Não quero, aqui, discutir os méritos de cada um dos sistemas, tanto mais que encontro, num e noutro, virtualidades e defeitos.
Os maiores defensores da Monarquia têm-se batido no sentido de que os portugueses sejam chamados a decidir, em referendo, qual o regime que pretendem, coisa que não me chocaria absolutamente nada, apesar de me parecer inequívoco que o resultado, a favor da República, seria esmagador.
Chocante, isso sim, é ver um tema tão importante ser tratado, por tantos, de forma tão ligeira, numa linguagem indigna de quem preza a democracia.
Defender a causa Real, não só não é menos nobre do que defender a causa Republicana, e vice-versa, como é um direito que assiste a todos e cada um dos portugueses.
Se é verdade que os erros da monarquia, e foram muitos, não justificavam o bárbaro comportamento de muitos republicanos, não é menos verdade que os erros da república, e muitos foram, não conferem aos monárquicos qualquer tipo de superioridade moral, ou outra, em matéria de cidadania, como se procura, muitas vezes, fazer crer.
Portugal, que já foi monárquico e agora é republicano, é o país do qual todos nós, portugueses, nos devemos orgulhar, pela sua história, pelas suas gentes, pelos seus costumes.
E as divergências, de regime, ou outras, que são um inequívoco sinal de vitalidade da opinião pública, devem ser dirimidas no estrito respeito pela pluralidade de opiniões.
Discutir o regime, como se de um jogo de futebol se tratasse, não só não enobrece a discussão, como não honra a República, nem teria honrado a Monarquia.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O INGLÊS DE NEW YORK...


Desconheço a autoria do texto, mas não resisti a reproduzi-lo aqui, pelo que representa de imaginação e sentido de humor.

"Num curso de inglês convencional, você aprende a falar aquele inglês almofadinha, que só serve para se comunicar com PhD.
Aí, você vai a Nova Iorque e percebe que ninguém entende você. Você fala e todo mundo fica olhando com aquela cara de quem espera o desfecho de uma piada.
Muito constrangedor...
O negócio é aprender a falar inglês lá mesmo, nas ruas de Nova Iorque.
Para isso, segue um Curso Rápido de Inglês desenvolvido pela Lorena Bobbit's English Schools.
Espero que seja útil para todos.

Lorenna Bobbit's English Schools Present:

CURSO PRÁTICO DE INGLÊS NOVAIORQUINO

Se quiser uma Coca-Cola, diga:
- GUÍMI A COUC, PLESS.

Se quiser ovos com presunto, peça:
- REMENEGS, PLESS.

Se prender o dedo na porta do táxi, grite:
- FOC!

Se algo parecer muito caro, diga:
- FOC!

Se levar um escorregão no metrô, diga:
- FOC!

Se der de cara com um mulherão tipo Kim Bassinger, diga:
- UÁRA FOC !

Se alguém lhe gritar algo que contenha FOC, responda:
- FOQUIÚ TU.

Se perder o passaporte, chame a polícia e diga:
- AI LOST MAI FOQUIN PÊIPERS.

Se se perder na cidade, grite bem alto, no meio da rua:
- AI EM FOQUIN LOST !

Quando se referir a uma terceira pessoa, diga:
- DET FOQUIN GAI OVERDER.

Se não souber onde pegar um táxi, pergunte:
- RAU TU GUET A FOQUIN QUEB?

Se perceber que alguém está gozando você, pergunte:
- ARIÚ FOQUIN MI?

Se estiver muito chateado, não diga REFOC, repita FOC várias vezes.

Se essas instruções não adiantarem muito:
UAT DA FOC YU UANT?"

O RISCO E A LIBERDADE


CORRER RISCOS

Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.

Somente a pessoa que corre riscos é livre!

Seneca(orador romano)